Defensor da saúde pública, o médico anestesiologista e pré-candidato ao Senado Federal, Eduardo Amorim (Republicanos), publicou na manhã de hoje em suas redes sociais um bate-papo com a Enfermeira Márcia Guimarães, interventora do Hospital de Cirurgia desde o ano de 2018. Prestes a completar 100 anos de existência, a unidade hospitalar enfrentou um período de grave crise financeira e administrativa. Por deliberação do Ministério Público de Sergipe e nomeada pela Justiça, Márcia assumiu a função e tem conduzido um processo gradativo de reestruturação do espaço filantrópico.
Ao reconhecer a importância da enfermeira para a conquista de avanços significativos para assistência de saúde, Eduardo Amorim deixou evidente a sua admiração pela forma de Márcia Guimarães administrar todos os setores do Hospital de Cirurgia. “Tenho uma enorme alegria em ser liderado por essa mulher, porque pelas mãos dela são vidas salvas diariamente; não são dezenas: são centenas de vida aqui neste Hospital. Por mês são quase mil procedimentos cirúrgicos. O que Márcia fez e faz por esse hospital é realmente algo extraordinário e merece todo o reconhecimento possível”, afirmou.
Ao relembrar o cenário encontrado em 2018, Márcia Guimarães destacou que assumiu o hospital em um dos momentos mais delicados de sua história e lembrou que, ao longo dos anos, foi possível promover uma reestruturação administrativa, financeira e assistencial, com avanços que impactaram diretamente na qualidade do atendimento prestado à população. “Atualmente estamos realizando 898 cirurgias/mês de alta complexidade, além de transplantes. E a minha missão foi realmente essa: fazer o hospital funcionar e gerar o que nós temos hoje, que é uma unidade que saiu de páginas policiais, para que hoje a gente esteja num lugar em destaque e em um hospital qualificado”, disse.
Diante do relato, Eduardo Amorim ressaltou que experiências como a do Hospital de Cirurgia evidenciam que a melhoria da saúde pública passa, necessariamente, por uma gestão eficiente. “Foi neste hospital que se realizou o primeiro transplante de coração do Norte e Nordeste. O Cirurgia tem uma participação enorme na história da saúde pública de Sergipe. Podemos destacar três momentos marcantes: a sua criação, há cerca de 100 anos, com o doutor Augusto Leite; a chegada da Faculdade de Medicina, da qual tive a honra de ser aluno; e a criação do Hospital de Urgências de Sergipe (Huse). Agora, ao se aproximar do seu centenário, o Hospital de Cirurgia volta a ter protagonismo, graças à sua condução”, completou.






