Os últimos estudos, baseados em dados do SUS, revelam um aumento de 44,3% nas internações de jovens por lesões autoprovocadas entre 2013 e 2023, acendendo um alerta para a saúde mental de crianças e adolescentes. No mesmo período, o levantamento aponta ainda um crescimento de 26,3% nas mortes relacionadas a essas ocorrências, reforçando a necessidade de atenção aos sinais de sofrimento emocional desde cedo.
Mais do que números, os dados colocam em evidência uma questão que ainda pode ser difícil de identificar dentro de casa e no ambiente escolar: o que leva crianças e adolescentes a recorrerem a comportamentos autolesivos e como perceber que algo não vai bem antes que a situação se agrave?
Para falar sobre o tema, a psicopedagoga e educadora parental Claudia Alaminos está disponível para entrevistas. A especialista pode explicar o que está por trás do comportamento autolesivo, quais mudanças de comportamento e sinais de sofrimento emocional podem passar despercebidos por pais, professores e outros adultos de referência e quais caminhos podem ser adotados diante dessas situações.
Claudia também pode abordar como família e escola podem construir uma rede de proteção, a importância de acolher o jovem sem julgamentos ou cobranças e de criar espaços seguros de escuta, nos quais crianças e adolescentes se sintam à vontade para falar sobre o que estão vivendo e buscar ajuda.
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